quinta-feira, abril 25, 2002

Peço liçenca a todos para estar comemorando uma pequena vitória hoje. Pode parecer meio banal e até mesmo insignificante para quem está de fora, mas para mim é um incentivo a mais.

Viram que chique o contador de visitas?

terça-feira, abril 23, 2002

Finalmente consegui resolver meu problema de espaço na conta do Hotmail. Joguei algumas mensagens antigas que estavam arquivadas e consegui um bom espaço. A ampulheta que indica quanto já foi utilizado do espaço ficou verdinha. Podem escrever para mim sem medo que os mails vão chegar certinho ao destinatário.

De uma entrevista de Stephen Malkmus (ex-vocalista do Pavement) à Starmedia

StarMedia - Você planeja se reunir com Kim Gordon (do Sonic Youth) e Jim O'Rourke de novo?
Malkmus - Eu realmente espero isso aconteça algum dia. Eles são pessoas muito legais, embora não sejam perdedores. Kim é muito esperta e Jim é um fumante!


Vou repetir o trecho que me chamou a atenção

Eles são pessoas muito legais, embora não sejam perdedores

Interessante essa relação entre ser legal e perdedor ao mesmo tempo.

domingo, abril 21, 2002

No post referente a Rádio Onze eu terminei o texto falando sobre a "primeira morte" da emissora. Então, se houve a primeira, consequentemente aconteceu uma segunda.
Em 1999, alguns estudantes da ECA-USP (Escola e Comunicações e Artes) fizeram um acordo com o XI de agosto e chamaram para si a responsabilidade de continuar tocando a programação da Onze. Não tenho os detalhes de como transcorreram as negociações, até porque eu descobri essa informação por acaso. Eu estava buscando na Internet listas de discussão sobre rádio e uma delas me chamou a atenção. Era a radioxi, lista que o povo da ECA fez para ajudar na comunicação interna. Me inscrevi na lista e somente depois é que eu descobri o que estava acontecendo de fato. Fiquei um tanto chateado porque eles todo o trabalho que havia sido feito entre 1995 e 1997. Em nenhum momento eles pensaram e chamar as pessoas que roeram esse osso por dois anos para conversar, trocar experiências e, quem sabe, dar uma força nessa nova fase. (Cá entre nós, uma atitude típica de estudantes da USP que acham saber de tudo mesmo antes de concluir o curso).Depois que eu entrei na lista de discussão, deixei bem claro essa minha posição. A partir daí, eles se tocaram da burrada feita e uma reunião for marcada, da qual participou o José Roberto Reder Borges, representando o povo antigo da Onze.
Apesar dos pesares, essa associação tinha tudo para dar certo. Afinal, era a união de duas forças unversitárias importantes do quadro estudantil brasileiro. A coisa não foi para frente devido a alguns fatores, o principal é foi a inexperiência. Os alunos da ECA não tinham a devida tarimba no que diz respeito a esse mundo complicado que é o das rádios livres. Um técnico em eletrônica os passou para trás. Nós deixamos lá um transmissor novinho em folha, já montando, que só necessitava de manutenção. O espertalhão os fez comprar um novo. Poderiam ter economizado alguns os preciosos trocados que conseguiram do XI de agosto para investir na Onze.
A fase do povo da ECA na Rádio Onze acabou de forma arbrupta. A fiscalização da Anatel, mais a PF apreeenderam os equipamentos. Isso nunca tinha acontecido na história da emissora. Porém, o mais irônico é foi o primeiro fechamento de uma rádio que não estava no ar. Parece mentira, mas a Onze ainda não tinha voltado a transmitir regularmente. Ainda não haviam ocorridos os primeiros testes de transmissão. Até então a única coisa que tinha saido do papel foi a reforma dos estúdios localizados na Casa do Estudante. Me disseram depois que a apreensão aconteceu a partir de uma denúncia feita a Anatel. Eu tenho uma idéia de quem possa ter partido a delação, mas não revelo minha opinião nem sob tortura chinesa.
O Xi de agosto tomou as devidas providências no âmbito jurídico e o processo aberto depois foi arquivado. Com o fechamento, o estusiasmo do pessoal da ECA diminuiu. A tal da lista de discussão está abandonada. A grande derrotada mesmo foi a Rádio Onze, que até hoje permanece calada.

sexta-feira, abril 19, 2002

Mais notícias vindas da revista Frente

No Brasil inteiro, muita gente tem procurado a FRENTE. Isso é maravilhoso,com o único senão de que a revista inda não está em bancas no Brasil inteiro. Como boa parte das publicações independentes, nós optamos por fazer uma distribuição em duas fases: 30 dias no Estado de São Paulo e, depois de recolhida, mais 30 dias nas demais praças. Ou seja, FRENTE só
chega às bancas nas outras cidades na segunda semana de maio. Menos em Porto Alegre, onde uma particularidade na legislação impede que revistas como a nossa (que trazem CDs) cheguem às bancas - a sobretaxa estadual inviabiliza
revistas não-corporativas. Entretanto, acabamos de firmar parceria com 12 lojas que estão revendendo a FRENTE simultaneamente às bancas de São Paulo. São elas:

Belém, PA: Ná Figueiredo (91-224-8948)
Belo Horizonte, MG: Cubo Sound (31 3225-3824)
Brasília, DF: Musical Center (61-274-0763)
Curitiba, PR: CD Club (41-326-1585)
Goiânia, GO: Hocus Pocus e Avalon Revistaria (62-225-0788)
João Pessoa, PB: Óliver Discos (83-226-7057)
Maceió, AL: Estação CD (82-357-1154)
Porto Alegre, RS: Revista & Chocolate (51-3395-2867)
Recife, PE: Oficina da Música (81-3224-7654)
Rio de Janeiro, RJ: Berinjela (21-2532-3646)
Salvador, BA: Berinjela (71-322-0247)

· Em breve, teremos novos pontos de revenda. Esperamos que, para o número 2 estejamos cobrindo a maior parte dos Estados e vendendo a revista on-line, com remessa pelo correio.
· Quem tem ou conhece alguma loja que queira revender a FRENTE em alguma cidade não atendida, pode escrever para o contato@revistafrente.com.br
· Mais notícias serão publicadas no www.revistafrente.com.br.
· Aproveitamos para agradecer todo o apoio e incentivo de leitores, artistas, selos e lojas. Definitivamente, o Brasil não é aquilo que está no Caldeirão do Huck.

quinta-feira, abril 18, 2002

Minha conta no Hotmail está cheia demais, diz um recado simpático que fica do lado esquerdo da caixa de entrada. O aviso está lá, mas não tenho outra alternativa a não ser liberar espaço. Eu tenho motivos para guardar os mails que eu guardo, quer sejam profissionais ou pessoais. Como não jogar fora os mails que o Homem-Enciclopédia me enviou. Ou então meus contatos com a sempre fofa Megssa, ex-Fish Lips e hoje no Magic Crayon. E as repercussões dos artigos que escrevo? Gente que me procura para falar do Fellini, gente que pede mais informações sobre rádios livres, a grande maioria de universitários que nem sempre escrevem para agradecer quando os ajudo. O que eu faço com tudo isso? Bem ou mal é um arquivo que eu formei ao longo de três anos. Esse povo da Microsoft é insensível demais mesmo.

segunda-feira, abril 15, 2002

Vou voltar a falar da Rádio Onze. Esse assunto é meio que inevitável na minha vida. Afinal, passei dois anos engajado no quadro de programadores da emissora e nos últimos tempos tenho dedicado parte de meu tempo livre para preservar a memória daquela fase da emissora. Algumas pessoas sempre me perguntam pessoalmente ou pelo mail sobre a atual situação da Onze e querem saber os motivos pelos quais ela saiu do ar naquela época, mesmo depois de um relativo sucesso.
Espero poder responder satisfatóriamente a todos neste post.
Tudo aconteceu no começo de 1998. A rádio vivia um momento ruim. Muita gente que estava participando ativamente do projeto resolveu tirar um pouco o pé do acelerador por vários motivos. Primeiro porque o trabalho na Onze era voluntário. Ninguém ganhava nenhum totsão, muito pelo contrário. Eu mesmo cansei de colocar dinheiro do meu bolso para certas coisas lá. Cada um de nós, salvo raras exceções, tinha seu emprego fixo. As responsabilidades de cada um que estava empregado naquela época foi aumentando. Ficou dificil de conciliar as duas atividades.
Então, depois de dois anos nos quais trabalhamos ativamente, o pique começou a cair. Além da questão colocada acima, outro motivo contribuiu para a queda: o ambiente interno não estava bom. Um episódio desgastou demais as pessoas. Era o debate sobre certos excessos de linguagem (traduzindo: palavrões) que alguns programadores estavam cometendo no ar. A Rádio Onze sempre primou pela liberdade estética, isso eu posso testemunhar. Mas não nos esqueçamos de que a emissora era uma rádio livre, sem concessão do governo para seu funcionamento, etc. Lembro de uma frase dita pelo Chico Lobo certa vez: "nós estamos sendo ouvidos pelos nossos amigos e pelos nossos inimigos também". Qualquer delize ou desatino poderia servir de munição para quem não gostasse da gente. O problema não era nem moral, muito menos estético. Era político mesmo. As pessoas que estavam envolvidas nessa história dos excessos não entenderam nossas argumentações. Em vez de jogar em favor do time, preferiram continuar atuando para a torcida, pensando em si mesmas. Deu no que deu. O desgaste foi aumentando cada vez mais e, aos poucos, pessoas que estavam ativamente ligadas aos destinos da Onze passaram a largar de mão do projeto aos poucos num sinal de desânimo.
Mas o pior estava por vir.
Diz um velho ditado que quando se está dividido, um exército é mais fácil de ser vencido. Como a Onze estava assim, o golpe que viriamos a sofrer foi mortal. O então diretor da Casa do Estudande (prédio residencial dos estudantes de direito da Fadusp e local onde estavamos) passou a nos criar uma série de problemas. O nome dele era Rodrigo. Como diretor, ele achava que a Onze era uma série de problemas vividos pela Casa, o que não era verdade. Ele dizia que a rádio era responsável pelo fato de pessoas "estranhas" tranistarem pelo prédio. Ele não definiu o que seria estranho para a Casa, que tipo de pessoa se encaixava nessa categoria. Quando a Onze estava em pleno funcionamento, recebiamos a visita de cantores, atores, escritores, músicos jornalistaspara divulgarem seus trablhos e participar dos programas. Recebemos lá para entrevistas ao vivo músicos como Kid Vinil e Maurício Pereira, entre outros. Quisera eu ter uma frequencia de gente estranha como essa em meu prédio. Voltando ao diretor da Casa, ok a função dele era essa mesma, apontar o que está certo e errado para propor soluções, mas ele acabou agindo com muito autoritarismo e se mostrou pouco afeito ao diálogo. O tal do Rodrigo chegou até a trocar as fechaduras da rádio, numa atitude extremista. O que o Minsitério das Comunicações, a Polícia Federal, a Anatel nao conseguiram fazer, uma só pessoa fez: nos tirar do ar.
Depoi se fizeram várias reuniões com ele e alguns intehrantes da rádio, um acordo acabou saindo, mas aí o estrago já estava feito. Com a Onze fora do ar, os programadores se desmobilizaram e não houve mais vontade das pessoas que faziam parte da emissora de se continuar a tocar o projeto. Foi aí a primeira morte da Rádio Onze.

sexta-feira, abril 12, 2002

Saiu na Folha uma reportagem sobre o Fellini e Objeto Amarelo. O gancho para tal fato foi o caráter independente dos lançamentos das respectivas bandas. Até aí, tudo bem, mas lá pelas tantas, a repórter Claudia Assef sai com essa:

O outro lançamento que vai abalar a comunidade indie é a volta do Fellini.

Só a comunidade indie será abalada com essa volta?? É restringir demais o alcance do Fellini.

Por quase dois anos eu fui colaborador do fanzine Quex. Editado pelo meu amigo Eric Marke, eu tive a oportunidade de manter um espaço lá onde eu escrevia umas bobagens. O zine era mensal, prposta arrojada para uma publicação desse tipo. Acho que o forte mesmo do Quex era a parte visual. O Eric, mais afeito as artes gráficas, caprichava na diagramação e conseguia encaixar os textos numa diagramação pouco usual. Uma página nunca era igual a outra e um número nunca era igual a outro. Detalhe: era tudo em preto e branco. A repercussão foi muito boa entre outros zineiros, jornalistas e leitores em geral. Acabamos indo parar no Caderno Z, uma seçao do Estado de S. Paulo, que era dedicada a cultura pop alternativa, e lá publicaram uma notinha sobre nosso trabalho. O zine começou em fins de 96 e acabou em 98, por causa de tudo aquilo que faz um zine ser efêmero: falta de tempo, patrocínio, etc. Eu publiquei alguns dos textos que fiz para o Quex numa home page, o Personal. Olhando agora, com o devido distanciamento, eu penso que tem coisas legais lá. De outras coisas, eu já não gosto tanto, principalmente o tom ingênuo demais de certos escritos. Mas como eu não sou o FHC, não vou pedir para que esqueçam o que eu escrevi e nem varrer tudo para baixo de um tapete. Tá tudo lá, com seus acertos e seus defeitos e quem julga agora são vocês.

quinta-feira, abril 11, 2002

Mas quem sou eu para falar de nomes em blogs. Fui logo escolher um tão chinfrim, sem criativdade, que emula outro projeto do qual eu participei..

Acho que a grande maioria das pessoas conhece o Tom Leão. Ex-zineiro e hoje jornalista, ele toca a descoladésima seção Rio Fanzine no Globo (o jornal), do Rio. O Tom resolveu ter seu próprio blog. O problema é o nome. Na Cova do Leão parece coisa de outros leões da mídia: o Leão Lobo e o Gilberto "Leão" Barros. Tirando isso, o blog do Tom é bacana. Ele até dá dicas para quem quer trabalhar no no jornalismo musical. Confiram.

Pouco a pouco, estou pegando as manhas de fazer um blog. Já consegui colocar aí do lado esquerdo o endereço de e-mail para você que queria elogiar, criticar, dar algum palpite... Ah, só um esclarecimento. Todos os mails endereçados para o blog são passíveis de publicação, então vê lá o que você vai escrever..rss
Brincadeiras à parte, é bom fazer esse esclarecimento porque eu tive um problema por causa de uma coisa que eu publiquei de uma pessoa e depois ela se mostrou insatisfeita pelo fato de eu ter publicado o que ela disse na integra. Que confusão, né? Mas, enfim, são coisas do jornalismo..rs

Há alguns posts eu falei de um pessoal que estava reclamando da falta da revista Frente nas bancas de suas cidades. Aqui está a palavra oficial de Ricardo Alexandre, um de seus editores, sobre o caso:

A revista Frente é distribuída nacionalmente em duas fases, como a maioria
das publicações não-corporativas: 30 dias no Estado de São Paulo e 30 dias
nas outras praças. Pensamos em cadastrar revendedores, lojas interessadas em
revender a revista nas capitais enquanto o título não chega. Já acertamos
com a Berinjela, no Rio e Salvador (021-2532-3646), a Ná Figueiredo, em
Belém (091-224-8948) e a Oficina da Música, no Recife (081-3224-7654). O
site Midsummer Madness (www.mmrecords.com.br) também está vendendo a Frente.
No Rio, a revista estará a venda na festa 5 Estrelas, nesta sexta, dia 12,
na Spin (Rua Teixeira de Mello, 21, Ipanema). Para o número 2, já imaginamos
poder contar com os 12 revendedores com quem estamos necociando - e tão logo
isso esteja certo, a relação será publicada no nosso site, o www.revistafrente.com.br
.

quarta-feira, abril 10, 2002

Bem, vou começar minha participação nessa lista contando uma história envolvendo o grande apresentador Flávio Cavalcanti.
Em 1983, ele tinha um programa diário nas noites da Bandeirantes. Era o Boa Noite Brasil. Eu devia ter uns......bem, deixa para lá.
Era uma atração bem a seu estilo: polêmico, contestador, etc. Mas havia promoções também. Uma delas era a seguinte: o telespectador escrevia para a produção, o seu Flávio sorteava a carta e ligava para a casa da pessoa (óbvio que na carta o participante dava o número). Quem atendesse o telefone, caso sorteado, não deveria dizer alô, mas "Boa Noite Brasil", o nome do programa. O felizardo que conseguisse isso ganhava um prêmio em dinheiro que hoje nem lembro quanto era. Quem estivesse distraído e falasse alô, não levava nada.
Numa bela noite, o seu Flávio cumpriu o ritual da promoção. Tudo certinho, ele ligou para a casa de uma pessoa. Só que ao atender, a tal pessoa disse alô. O seu Flávio foi se identificar e ela deu a seguinte resposta:
-É a sua mãe! Vai tomar no...
Felizmente a última palavra não foi ouvida no ar. O aúdio havia sido cortado. Eu lembro que o seu Flávio ficou perplexo e quase não conseguiu dar sequencia ao
programa. Ele sentiu o golpe de ser quase xingado via Embratel. Pouco depois, ele, com aquele ar sério, dava o número de telefone da telespectadora no ar e completava:
-A dona desse número é uma pessoa muito mal educada.
Acho que a Bandeirantes não tem mais essa fita. Com certeza, foi um momento involuntariamente antológico da nossa tv.




Esse foi o meu primeiro mail (com algumas correções) numa lista de discussão sobre televisão:Caixa-preta
Ainda não está muito movimentada. Começou há pouco menos de uma semana.

terça-feira, abril 09, 2002

Já o André eu conheci em 1991. Ele começou a trabalhar na Ilustrada, mas não tinha contato com ele. Até o dia em que o Gonzaguinha morreu. Quando vi o André dando um berro no meio da redação dando a notícia, me animei e fui lá conversar com ele. Nasceu a amizade.


Paulo Cesar Martin, apresentador do Garagem (Rádio Brasil 2000), contando como conheceu André Barcinski, seu parceiro no programa numa entrevista
A Ilustrada é aquele caderno cultrual da Folha de S. Paulo. O Paulão (como é conhecido mesmo depois da lipo) trabalhava na editoria de Esporte.
Eu aposto que esse berro dado pelo Barcinski não foi exatamente de tristeza.

segunda-feira, abril 08, 2002

Conheça aqui um pouco mais da história da Rádio Onze

Uma visão interessante sobre a pirataria no rádio

Eu até compreendo a irrirtação do Marco Antonio (um dos responsáveis pelo blog Rádio Base). Um dos casos mais clássicos dessa interferência é a rádio Planeta 90, que opera entre a CBN e a Nova FM aqui em São Paulo. A emissora é mantida por um tal de Padre Chico e pode ser ouvida na cidade toda. A programação é toda de responsabilidade da igreja do tal padre (que me parece ser falso). Ele promete ajuda espitiritual e outras coisas como a cura da frieza sexual (!) com consultas que são cobradas. Tá na cara que é um charlatão, um daqueles que usam a religião para enganar as pessoas. O Jornal da Tarde fez uma matéria a seu respeito em maio de 2001.

O movimento de rádios livres no Brasil é dividido em dois períodos. Antes e depois da absolvição do radialista Léo Tomaz, da Rádio Reversão (leia mais aqui) Depois que Tomaz foi absolvido foi que se verificou um boom de rádios clandestinas no Brasil. O problema é que muitas delas eram (e ainda são) de propriedade de oportunistas, que viram nas rádios livres uma ótima maneira de se ganhar dinheiro fácil. Antes existia até uma ética entre os antigos operadores de rádios clandestinas. A potência dos transmissores era mínima, com até 5 watts. A intenção era protestar contra o sistema de distribuição de concessões, que privilegiava até há bem pouco tempo os políticos ou então oferecer uma alternativa em comunicação. Hoje, lamentavelmente, a situação está diferente..



Está rendendo o caso do episódio dos Simpsons que se passa no Brasil, principalmente em listas de discussões.
O problema é que as pessoas estão discutindo por causa de uma coisa que ainda não foi exibida no Brasil, apenas lida. Acho que as pessoas aqui primeiro deveriam assistir ao episódio para depois comentar alguma coisa. No mais, é muito carnaval por causa de uma coisa menor. Um desenho dos Simpsons não vai melhorar ou prejudicar a imagem do Brasil lá fora. As pessoas estão carecas de saber que o norte-americano médio não consegue enxergar um palmo além do seu nariz no que diz respeito a politica internacional. E não nos esquecamos que o desenho é veiculado no horario nobre da Fox, uma das quatro grandes redes de tv dos EUA, que tem como público-alvo exatamente esse norte-americano médio.
O FHC tá na dele em reclamar, em botar a boca no trombone, afinal o seu mandato já acabou há algum tempo e só com isso para chamar a atenção para o fato de que ele ainda está no Planalto.
Já fui mais fã dos Simpsons, mas depois cansei de vê-los com o tempo. Penso até que eles estão fazendo "hora extra" na tv.

A falta de atualização pode significar a morte de um blog.

 
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