Colunista (nesse caso, sou eu) reúne frases que marcaram 2004 no LABORATÓRIO POP. As aspas dizem tudo
P.S.: Prestem atenção na ilustração utilizada. Melhor impossível.
sábado, dezembro 18, 2004
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:22 AM
0
comentários
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Responda rápido: entre uma pessoa que tem altos e baixos no seu desempenho e outra que é linear, qual delas você escolheria? Eu ficaria com quem apresenta a linaridade, mas Roberto Justus decidiu pelo outro perfil. Assim, o Marcelo, um dos picolés de chuchu de "O Aprendiz" foi mantido na disputa em detrimento de Toni, que caiu fora.
Paricularmente não entendi e não gostei da escolha do publicitário. A mim, a alegação de que Marcelo é mais criativo não se justifica. Se ele oscila na hora de executar tarefas no programa, é lógico que irá oscilar em qualquer outra atividade. E mais: paricularmente, acho que criatividade não é um dom divino. É algo que pode ser desenvolvido. Por isso, o Toni deveria ter continuado. Já até visulmbrava que ele e Denis chegariam a grande final. Escrevi aqui que no programa retrospectivo de todos os episódios, Justus em suas declarações pendeu sua balança um pouco para o lado de Denis. Será que suas decisões já estão levando sua preferëncia em consideração?
Outra coisa que me deixou um pouco cabreiro foi a prova de terça na qual se avaliou o raciocínio lógico dos participantes. Não vi necessidade de se ter um líder, até porque os testes eram muito mais individuais que em grupo. Talvez tenha sido um enorme jabá da Business School, que além de abrigar a prova, teve duas iserções comerciais nos intervalos do programa. Ok, vamos levar em consideração que era uma prova pertinente, mas que ela fosse deixada para o final. Ela só serviu para queimar um pouco mais o Toni, uma vez que ele ficou com a pecha de ser o líder nas derrotas.
Ah, e o meu chapa Daniel Castro, colunista de tv da Folha de S. Paulo, deu certinho em sua coluna duas informações: que o Flávio (o outro picolé de chuchu iria sair) e que um dos prêmios seria uma viagem para os EUA. A fonte dele é quente.
E na coluna Zapping, do Agora SP, já se antecipou como será a prova final. Os dois finalistas irão coordenar aspectos de um leilão beneficente. Mas o grande molho é que os seis últimos elimnados voltam para ajuda-los na tarefa. Vai ser interessante ver se um dos demitidos fará força para auxiliar um responsável por sua saída.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
11:53 PM
0
comentários
domingo, dezembro 12, 2004
Esse vídeo em que William Bonner, apresentador do Jornal Nacional, imita Clodovil não é inédito. Apesar de ter chegado à Interntet há pouco tempo, via Kibe Loco, ele circula de forma clandestina (ou nem tanto) há uns oito anos. Tive a oportunidade de vê-lo em 1997 na Universidade São Judas Tadeu, como parte de um trabalho de alunos de Rádio e TV. De qualquer forma, a imitação de Bonner é impagável.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:46 PM
0
comentários
sexta-feira, dezembro 10, 2004
Leia no site Laboratório Pop:
Aos Morrisseymaníacos
Autora de blog dedicado ao ex-Smiths critica a obsessão da mídia na masculinidade do cantor e detona gravação da dupla tAtU
Postado por
Rodney Brocanelli
às
11:47 PM
0
comentários
quinta-feira, dezembro 09, 2004
O episódio desta quinta de "O Aprendiz" foi diferente. Na verdade, um resumão da ópera de tudo o que aconteceu até aqui, com várias cenas dos programas anteriores. Roberto Justus fez comentários sobre os participantes eliminados e aqueles que ficaram. Teve até jabá do Hilton Hotel. O publicitário ficou um bom tempo mostrando a suite onde os competidores ficam quando não estão desenvolvendo as tarefas propostas. Ao falar daqueles que já se foram, nenhuma menção mais detalhada sobre a Regina, que teve de sair para fazer uma cirurgia. Se ela morreu ou se está viva, não se sabe. Talvez depois do final de "O Aprendiz" algo mais detalhado venha a ser divulgado.
Pelos comentários de Justus sobre os seis que continuam na disputa, ele mostrou uma certa queda pelo Denis, mas ainda é cedo demais para se tirar qualquer conclusão.
Dentro dos melhores momentos, faltou uma compilação do tipo "O Pior de Isabel Arias", com o melhor das bolas foras que ela deu até agora.
No episódio de terça, finalmente saiu um dos picolés de chuchu, que era o Flávio (o outro é o Marcelo). Houve uma suspeita de favorecimento pelo fato dele ser casado com uma diretora de marketing de um dos principais shoppings de São Paulo. Mesmo se houvesse tal coisa, Flavio demonstrou ser outro (não nos esqueçamos de Elise) dos piores postulantes ao cargo. Nem um forte QI (o famoso Quem Indicou) seguraria sua barra por lá. No mais, ficou evidente os rachas internos tanto da Solidez, como da Ginga Brasil. Na semana que vem, começa a fase decisiva do programa.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
11:32 PM
0
comentários
sábado, dezembro 04, 2004
O episódio de quinta da série "O Aprendiz" mostrou a maneira mais simples de se resolver um problema: passando-o para frente. No caso, o problema era a participante Ailana. Os membros da equipe Solidez não se mostravam satisfeitos com a sua performance. Na reestruturação dos grupos, deciram transferi-la para a Ginga Brasil. Como a Ginga Brasil fracassou mais uma vez, ela foi para a sala de reuniões de Roberto Justus na hora da demissão. O publicitário, ao meu ver, foi conivente com tudo o que aconteceu e a mandou embora. Ok que a Solidez tinha o direito de se livrar de alguém, digamos, mais fraco. Porém, eles pensaram como vencedores que vem sendo até aqui. Na hora da derrota, ela poderá fazer falta. Sorte da Ginga Brasil, pois Ailana foi de grande vália para justificar mais um fiasco.
Roberto Justus desta vez não foi coerente. Ele tinha dito a Denis que não o queria novamente na sala de reuiniões. O concorrente já se achava com a espada na cabeça, tanto que ele se mostrou apático durante os momentos decisivos. Justus achou que aquilo foi uma prova de sua humildade. Nada a ver. Denis estava com tanto medo que não sabia como agir. Era ele quem deveria ter saido, caso fosse mantida a coerência. Luiz Suplicy foi demitido por ser reincidente, vale lembrar.
Se a participante Viviane não conseguir a vaga para trabalhar numa das empresas de Roberto Justus, ela mostrou que tem futuro numa outra área: como garota-propaganda de programas femininos.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
5:18 PM
0
comentários
quarta-feira, dezembro 01, 2004
No episódio desta terça feira de "O Aprendiz" saiu quem já estava fazendo hora extra no Hotel Hilton. O argumento usado por Roberto Justus para demitir Elise foi pertinente. Ficava nitida a sensação de "o que ela está fazendo ali" a cada intervenção sua durante a competição. De todos os escolhidos, era a única que destoava. A participante só reclamava dos líderes e ficava apenas desempenhando esse papel. Quando lhe deram uma responsabilidade maior, falhou. Eu elogiei o nível dos participantes, mas erraram ao seleciona-la. Talvez o que deve ter pesado foi o fato dela ter visto de entrada para os EUA. O colunista de tv da Folha de S. Paulo, meu chapa Daniel Castro, antecipou que uma das próximas premiações a equipe vencedora é uma viagem para a terra presidida por George W. Bush.
Outra vez, devo reclamar da edição que a Record faz dos episódios. Pela segunda vez seguida não foi exibido um momento crucial da tarefa: o desentendimento entre Elise e Ronaldo. Assim fica complicado para o espectador avaliar algo. Não sei como está a coisa no canal People and Arts.
Está ficando cada vez mais claro que o problema da Ginga Brasil não era Luis Suplicy. A equipe é desarticulada, desorientada e mais qualquer outra palavra que começe com des. Imagino que deva ser feita uma nova divisão de turmas, pois sobraram oito na jogada.
Quero me deter um pouco sobre a participação de Isabel Arias. Imagino que ela deva ser uma competente diretora de RH, mas no programa só tem dado bola fora. Na hora da divulgação dos resultados, a avaliação inicial que ela fez foi a de que uma das equipes foi pouco ousada. Justus teve de intervir e justificar que com o mercado financeiro deve se trabalhar assim mesmo, com cautela. Depois, ela se posicionou pela saída do líder Dênis, opinião que não foi levada em consideração pelo publicitário. Anteriormente, ela disse que Luiz Suplicy tinha de ficar no programas, mas o próprio Roberto Justus disse que não o queria vê-lo de novo na sala de reuniões na hora de uma demissão. Puxando mais pela memória, lembro que Jusuts talvez no mesmo programa manfestou seu desejo de ter alguém que unisse os perfis de Dênis e de Suplicy. Fica claro pelo apresentado até aqui que Arias não conhece seu patrão, não pensa como ele. Pode ser que seja assim apenas no programa, mas no dia-a-dia da empresa em que ela trabalha é a mesma coisa?
Muito se fala em armação em "O Aprendiz". Já se levantou a suspeita de um favorecimento a Flávio pelo fato dele ser casado com a diretora de marketing de um grande shopping de São Paulo. Para mim, até prova em contrário, o programa é sério. Foram apontados indícios, mas nada conclusivo. Se a imprensa apresentar fatos mais fortes, aí sim pode-se ligar o sinal amarelo.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:27 PM
0
comentários
sexta-feira, novembro 26, 2004
E não deu para o Luiz Suplicy ser o aprendiz do publictário Roberto Justus. O participante mais polêmico já tinha o aviso de que iria dançar na reincidência. Foi o que aconteceu. Mesmo se defendendo de todas as maneiras, Justus não teve como segurar a onda do agora ex-participante. Com isso, chega a hora da verdade para Ginga Brasil. Antes, quem atrapalhava era Luiz. O problema agora será justificar uma próxima derrota. Aliás, a equipe está pobre de recursos humanos. Não teve um episódio em que a Elise reclamasse do líder. O Ronaldo está se mostrando um chato de marca maior. A Viviane só conseguiu se manter na entrevista de emprego devido a condição do Luiz, senão ela é quem iria rodar. Para mim, o vencedor sai da equipe Solidez, que ao meu ver está mais equilibrada. O Toni é um candidato forte e nem mesmo Flavio e Marcelo, dois verdadeiros picolés de chuchu, conseguem atrapalhar. Alana precisa voltar a mesma vibração da prova anterior não ser demitida. De qualquer forma, "O Aprendiz" começa a ficar mais interessante a cada programa. Desta vez, a Record deu uma tacada certeira.
Vou registrar mais uma vez que nada mais foi comentado sobre a Regina e o pobre do espectador fica sem saber qual foi o motivo de saúde que a impediu de prosseguir.
Ah, e a Isabel Arias que se cuide, porque se dependesse dela, o Luiz ficava mais uma vez no programa. Só faltou o Justus a mandar embora junto.
Outra coisa: a Record precisa melhorar a edição do programa dando mais informações ao espectador. Os problemas de Luiz com a Elise na hora da gráfica e com o Ronaldo não foram exibidos. Somente foram citados da boca dos próprios participantes. Fica difícil ao espectador formar uma opinião assim. Parece que a exibição da versão nacional de "O Aprendiz" no canal People + Arts traz muito mais detalhes.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
7:35 PM
0
comentários
Leia no site Laboratório Pop:
Blog de música forma opinião?
É essa a discussão que fervilha entre jornalistas e blogueiros. Enquanto isso novos jornalistas se multiplicam pela internet.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
7:34 PM
0
comentários
terça-feira, novembro 23, 2004
Depois do episódio de "O Aprendiz" desta terça, não tenho mais dúvidas de que Luiz Suplicy é o cara. Ele é o tipo de sujeito que apronta todas, que tem lá suas crises, que contesta a autoridade, mas na hora H sabe se defender bem. Suplicy deu show na sala de reunião. Sabe morder, mas sabe assoprar também. Só falta a ele passar pelo batismo de fogo de ser líder numa das provas. Logo no início, achei que o Ronaldo fosse se destacar, o que ocorreu nos dias seguintes, sim, mas pelo lado negativo. No episódio passado, a equipe que ele comandou venceu com muita ajuda da sorte, porque o ambiente interno não foi bom. E isso se refletiu na prova seguinte.
A participante Alana, que vinha se mostrando apática até aqui, surpreendeu a todos e se saiu bem comandando sua equipe. Talvez, com menos participantes, ela possa crescer mais.
Achei estranho nenhuma outra citação sobre Regina. Afinal, ela saiu por motivo de doença e o espectador merece saber seu estado.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
11:22 PM
0
comentários
sexta-feira, novembro 19, 2004
Uma boa notícia para quem gostava da versão on-line do fanzine Esquizofrenia, editado pelo Gilberto Custódio Jr. Ela está de volta, após um grande período de recesso. O Esquizo, como é conhecido, nasceu na segunda metade da década de 90 como zine de papel dedicado ao universo indie. Chegou à Internet, em 2002, através do serviço de hospedagem gratuita Hpg, ligado ao IG. Após, problemas com o serviço, ganhou um domínio próprio. Porém, numa de suas fases de saco cheio, Custódio desistiu de levar adiante esse projeto na net, embora o zine on-paper continuasse sendo editado periodicamente.
Essa volta do Esquizofrenia à rede não significa que ele será atualizado. Ele faz parte do portifólio virtual da designer Fernanda Joy e apresenta outros trabalhos bacanas de sua autoria.
Essa volta vale por textos interessantes escritos por Custódio, como uma histórico da banda Dexy's Midnight Runners, que vai muito além de "Come On Eileen". Tem também uma entrevista que ele fez com os integrantes da banda Pale Sunday, que, como o subtítulo diz, nasceu "de Jarinópolis para o mundo".
Os meus textos preferidos do Esquizofrenia são duas entrevistas que Custóidio fez e tem a mídia como tema principal. Uma delas é com o jornalista Alexandre Matias, que na ocasião, havia acabado de deixar o comando da revista Play (Conrad) e jogou uma farofa básica na ventoinha. A outra é com o Kid Vinil, muito antes dele assumir o cargo de diretor artístico da Rádio Brasil 2000.
Eu colaborei com algumas coisas. Tem uma entrevista com o Thomas Pappon falando sobre "Amanhã é Tarde", CD que marcou o breve retorno do Fellini. Outra entrevista minha é com o também jornalista Ricardo Alexandre, por conta do lançamento da revista Frente (nessa época eu escrevia tenebrosidades como "vai estar", reparem). Eu e Custódio fizemos juntos uma entrevista com Paulo Cesar Martin, o Paulão, do Garagem. A oportunidade surgiu quando o programa deixou de ir ao ar pela Brasil 2000, no final daquele ano. É coisa para caramba, como dizem por aí. Enfim, aproveitem essa volta do Esquizofrenia ao ar.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
10:49 PM
0
comentários
Nunca pensei que iria novamente me empolgar com um reality show. A versão nacional de "O Aprendiz", exibida pela Record, tem grandes méritos como show de tv. A edição é bem feita. Os participantes foram bem escolhidos. Até Roberto Justus está bem, em que se pese suas limitações. Outro fator positivo que conta é um certo didatismo. O espectador em geral é apresentado ao maravilhoso mundo dos negócios, embora a ênfase seja no marketing.
Agora, é lógico que existem falhas. E elas começaram a aparecer no quinto programa. Primeiro, no que diz respeito a saída da participante Regina. Ela abriu mão de sua participação por um problema médico. Até aí, tudo bem, não é culpa dela, mas não fica claro que a produção fez (ou exigiu) exames de cada um dos candidatos. No BBB tem isso. Evitaria o que se seguiu depois no programa. Justus cumpriu todo o ritual da eliminiação para nada, porque ninguém foi demitido. Teria sido mais inteligente que o próprio apresentador deixasse claro desde o início que não havria espaço para dois eliminados, até para não prejudicar o cronograma. Todo o mise-en-scene foi pra nada.
No mais, não ficou claro que tipo de doença Regina tem. Só foi mostrado um depoimento da dra. Carmen Ruth Manzione pouquissimos detalhes. Alías, fiz uma rápida pesquisa no Google sobre essa médica e apareceram vários resultados com seus trabalhos, todos na área de proctologia. Eis aqui alguns de seus títulos:
-O que fazer na úlcera idiopática anal no doente HIV positivo?
-Infecção perianal recidivante pelo papilomavirus humano
-Doente portador de condiloma acuminado perianal recidivante: o que fazer?
Regina, alías, Regina Lunkes Diehl, escreveu um livro sobre uma outra doença que teve chamada hiperhidrose, que causa suor excessivo nos pés e mãos. Era a minha favorita para ganhar a vaga e trabalhar na empresa de Roberto Justus. Agora, meu palpite é de que o Luiz Suplicy vença a parada.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:03 AM
0
comentários
terça-feira, novembro 16, 2004
O Observatório da Imprensa dessa semana traz uma entrevista que eu
fiz com o jornalista Marcel Plasse. Ele fala sobre a Pipoca Moderna,
revista de DVDs que dirige e que agora entra numa nova fase, deixando de
ser distribuida gratuitamente e sendo vendida em banca. Confiram.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
11:56 PM
0
comentários
domingo, novembro 14, 2004
O Extreme Tracking não mente jamais. A keyword que mais gera visitas ao Onzenet através dos mecanismos de busca é...é...é...Antonella. Foram 187 vindas aqui geradas pelo nome dela. A ex-Big Brother Brasil ainda habita o imaginário masculino.
E quanto aos blogs que trazem visitantes aqui, a coisa tá assim:
http://www.cinepopmusiculture.blogger.com.br - 197 visitas
http://linguadetrapo.blogspot.com - 140
http://poetfool.blig.ig.com.br - 110
http://elcabong.blogspot.com - 72
http://nemo.blig.ig.com.br - 64
http://sbubs.zip.net - 63
http://www.sbubs.blogger.com.br - 57
http://www.aostraeovento.blogspot.com/ - 56
http://poetfool.zip.net/ - 50
http://www.gardenal.org/inagaki/ - 43
http://www.inagaki.blogger.com.br/ - 32
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:18 AM
0
comentários
sábado, novembro 13, 2004
Mais algumas da série "Na Internet, nada é perecível":
Crise à vista com a geração Mp3 - Texto meu que saiu no Observatório da Imprensa em novembro de 2003 e ganhou várias republicações em outros sites (ou sítios, como queiram). Saiu no Coletiva.Net.
Caça à liberade nos blogs - Publicação original aconteceu no Laboratório Pop. Ganhou destaque e transcrição no site Blogs Brasil.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:25 AM
0
comentários
terça-feira, novembro 09, 2004
O Onzenet foi citado no Jornal do Blogueiro. A descrição e os comentários ficaram tão bacana que eu decidi transcreve-los aqui:
"O blog cor de abacate mais tosco e indie da Internet". Um blog que começou assim: "Resolvi aderir ao maravilhoso mundo dos blogs. Boa sorte para mim.". Um blog muito diversificado: pessoal e jornalístico, do Rodney Brocanelli. E se você quer perguntar: "Que raios significa Onzenet?" a resposta também está no início do blog: "é o nome do site da Rádio Onze, uma rádio livre da qual eu fiz parte por dois anos. Quando eu decidi ter o meu blog pelejei muito para criar um nome legal.Até queria usar o título de uma música do Fellini (uma das bandas que eu mais gosto), mas já tiveram essa idéia antes Como não apareceu nada, decidi usar esse mesmo. É simples e fácil de lembrar." . No último post você fica sabendo sobre o Tim Festival. Música é também um dos temas frequentes.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
6:04 PM
0
comentários
domingo, novembro 07, 2004
O Tim Festival é certamente um dos maiores e melhores eventos musicais do país. A equipe que o organiza é mostra grande competência, principalmente no que diz respeito a escalação dos shows. Mesmo com tantas credenciais, acontece que certos tiros acabarem saindo pela culatra. A apresentação do Picassos Falsos, certamente foi um deles, não por culpa da banda, mas pelo fato de sua apresentação ser programada para uma ocasião totalmente fora de contexto. Para explicar um pouco mais o porquê, recorro ao texto do jornalista Jardel Sebba, do site AOL Música. Segundo ele, "Picassos Falsos entrou no palco com vinte minutos de atraso e fez um ótimo show, que ainda assim não foi muito bem recebido pela platéia paulistana". Não foi a primeira vez que isso aconteceu na curta história do Tim Festival. Para quem não lembra, no ano passado, a organização do festival chamou o Fellini para se apresentar no Rio de Janeiro. A apresentação do Fellini, embora tenha sido bacana, dividiu opiniões e provocou tédio justamente àqueles que foram para ver White Stripes. Agora, foi a vez do Picassos Falsos causar uma má reação. Vejamos a continuação do relato de Sebba: "Segundo os organizadores, eles levaram na primeira edição, que foi realizada no Rio, uma banda tipicamente paulistana, o Fellini. A idéia esse ano era inverter o processo, levando uma banda tipicamente carioca para o festival em São Paulo. O Fellini já havia sofrido com a apatia da platéia ano passado, e ontem foi a vez do Picassos". Talvez esse foi o grande pecado de quem programa os shows do Tim Festival: colocar bandas fora de seu, digamos, habitat natural. A intenção até foi boa, pena que tanto Fellini como Picassos Falsos tenham sofrido com o resultado final.
Para ler a resenha completa de Jardel Sebba, clique aqui.
Leia entrevistas de Cadão Volpato e Jair Marcos sobre a apresentação do Fellini no Tim Festival de 2003
Postado por
Rodney Brocanelli
às
5:56 PM
0
comentários
segunda-feira, novembro 01, 2004
Não foi dessa vez. O Onzenet não se classificou entre os finalistas do "The Best of Blogs, concurso promovido pela Deutsche Welle. Ele foi inscrito na categoria "melhor blog jornalistíco". Preferiram alguns medalhões da imprensa. Nada contra eles, mas por que não abrir então uma categoria para jovens jornalistas que estão procurando se colocar no mercado? Fica como dica para um próximo concurso. Agora, não adianta chorar pelo leite derramado. Após a fase de avaliação e da indicação dos blogs que vão para a final, a votação do melhor de todos fica a cargo dos internautas. Deixo aqui meu apoio aos blogs Urbe, do Bruno Natal e o do jornalista Ricardo Noblat.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
8:26 PM
0
comentários
A morte do jogador Serginho foi o triste assunto que monopolizou as atenções na semana que passou. Fiz duas colunas sobre o tema para o Papo de Bola e reproduzo aqui na íntegra a segunda delas
Ainda o caso Serginho
Domingo, 31 de outubro de 2004
Passados três dias de tudo o que aconteceu (escrevo no sábado), dá para avançar um pouco mais de cabeça fria na análise dos acontecimentos envolvendo o jogador Serginho. Mantenho a mesma opinião manifestada na coluna anterior, cujo texto foi redigido poucas horas depois da tragédia do Morumbi e, até por causa disso, apresentando muitas imperfeições. Mantenho a mesma opinião: o atendimento ao zagueiro no gramado foi adequado. Volto a fazer a comparação: imaginem uma pessoa que sofre algo semelhante em plena hora do rush no problemático trânsito paulistano. O socorro a ela demoraria muito mais. Muito se fala na questão da ambulância ter entrado no gramado. Numa entrevista, ouvi um médico dizer que ela até poderia entrar, mas o veículo poderia ter dificuldades para sair. É uma hipótese para se levar em consideração. No programa "Boa Noite Brasil", da TV Bandeirantes, o dr. Joaquim Grava declarou que os socorristas não podem ficar em campo por determinação da CBF. Não sei dizer se tal informação procede, mas em se confirmando isso trata-se de um absurdo. É comum se ver tantos "bicos" dentro de campo. Por que não a presença de profissionais que podem ajudar a salvar vidas?
*
Tenho algumas ressalvas a fazer com relação a cobertura da imprensa no caso Serginho. Algumas emissoras de rádio, como a Bandeirantes, de São Paulo, fizeram uma cobertura sóbria, sem excessos, graças a competência de profissionais como Cláudio Zaidan e Sérgio Patrick. Não se pode dizer o mesmo da TV Bandeirantes. Roberto Cabrini, um excelente profissional, não conseguiu achar o tom certo e partiu para a busca de culpados. O fato mais ridículo foi ver uma repórter da TV Record tentar "invadir" uma entrevista exclusiva que o dr. Marco Aurélio Cunha estava concedendo à TV Bandeirantes. Não satisfeita em colocar o microfone, ela ainda tentou formular perguntas ao dirigente do São Paulo. O detalhe é que ele estava com o fone de ouvindo. Marco Aurélio não sabia se ouvia a pergunta que vinha dos estúdios da Band ou se pedia a profissional para esperar um pouco mais. O experiente Rodolpho Gamberini, que comandava o "Edição de Notícias", teve de intervir no ar para que a moça o procurasse depois. Lamentável.
*
No mais, o artigo de Eduardo Affonso publicado pelo Papo de Bola esgota o assunto. Leitura recomendável a todos nesse momento.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:52 AM
0
comentários
sábado, outubro 30, 2004
Leia no site Laboratório Pop:
O caso Walverdesgate
Cancelamento do show da banda Walverdes, que deveria abrir para o Offspring em Porto Alegre, gera polêmica na Internet.
Postado por
Rodney Brocanelli
às
1:17 AM
0
comentários